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Espirros e coceira nos olhos podem ser sintomas de alergia à pólen

A polinose, doença alérgica provocada pelos grãos de pólen, costuma se manifestar durante a primavera

Os pólens são grãos muito pequenos que participam da reprodução das plantas e geralmente não são vistos a olho nu. A quantidade de pólen varia conforme o clima, umidade, chuvas, tipo de planta etc. Na primavera, quando a reprodução das plantas é aumentada, a quantidade de pólen é maior.

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A polinização no Brasil, em geral, ocorre através dos insetos que transportam os pólens de um local para outro. Algumas plantas podem fazer também polinização através da água e até autopolinização. Entretanto, no sul do Brasil, os grãos de pólen são transportados através do vento; e com sua dispersão no ar podem penetrar nas vias respiratórias, provocando alergia.

O crescimento populacional, o domínio da terra, modificações na prática da agricultura associados à propagação de plantas alergênicas contribuíram para o aparecimento da polinização na região sul do Brasil. Nesses locais, as gramíneas substituíram a vegetação natural em áreas extensas.

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A polinose é a doença alérgica provocada pelos grãos de pólen - fora do Brasil é chamada de Hay Fever e tem como característica fundamental ser estacional, ou seja, manifesta-se em determinada estação do ano (primavera) com sintomas de rinoconjuntivite e/ou asma.

Os sintomas têm início em setembro, tornam-se mais intensos nos meses de outubro e novembro, prolongando-se às vezes até dezembro e janeiro. Apesar de serem mais evidentes na primavera, no entanto, podem persistir durante todo o ano em alguns casos. A polinose pode aparecer na sua forma pura ou associada a alérgenos perenes como ácaros e epitélio de animais.

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A polinose só atinge as pessoas com predisposição genética a apresentar alergia a pólens, que pode ser comprovada através de um teste alérgico, denominado teste de puntura para inalantes, no qual são testados vários tipos de pólens ou comprovação de IgE específica para pólens no sangue.

Os pólens capazes de provocar alergia são principalmente as chamadas gramíneas (capim, grama e azevém, Lolium Multiflorum). São de diâmetro de 20 a 40 micras e, por serem leves, podem alcançar grandes distâncias através das correntes aéreas.

O número de pólens é aumentado em dias quentes, secos e ensolarados e diminui nos dias frios e úmidos. Os dias de chuva ou neblina geralmente dificultam a dispersão polínica e melhoram os sintomas.

A inalação de grãos de pólen de algumas plantas faz com que suas proteínas entrem em contato com as mucosas respiratórias provocando uma resposta imediata do tipo I e uma resposta tardia em indivíduos previamente sensibilizados, com a participação do anticorpo chamado de IgE. Quando acontece essa reação são desencadeados os sintomas da alergia.

Os sintomas da alergia a pólen são:

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Rinite

Conjuntivite

Asma

Hiperreatividade brônquica

Síndrome da alergia oral

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Sintomas de pele

Coceira ou eczema em face e pescoço.

Tratamento

Os sintomas de rinoconjuntivite e asma podem ser tratados com medicamentos independentemente da sua causa. Em relação à alergia a pólens, há alguns cuidados que podem ser tomados na estação polínica para tentar reduzir ou eliminar a exposição ao alérgeno:

É possível, ainda, realizar um tratamento com vacinas injetáveis ou sublinguais chamado de imunoterapia com duração de pelo menos três anos, com a expectativa de modificar o curso da doença a longo prazo e eliminar os sintomas provocados pela exposição ao pólen.