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Você tem alergia à frutas? Conheça a frutosemia

Especialista explica como esse problema acontece e como identificar se você pode ter alergia às frutas

Você já ouviu falar em frutosemia, a alergia à frutas? De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, a intolerância alimentar é um processo secundário, ou seja, ocorre por causa da ausência de alguma substância que impede a digestão de determinados alimentos. A alergia alimentar, por sua vez, está relacionada a processos alérgicos em que o corpo reconhece o alimento como prejudicial.

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A frutosemia, ou intolerância a frutose, por sua vez, é a falta da enzima que digere esse açúcar no corpo. Sintomas comuns são diarréia, inchaço e flatulência. Em casos mais graves, pode ocorrer dor abdominal e vômitos. Essa intolerância atinge uma a cada 20 mil pessoas no mundo, o que é considerada uma baixa prevalência.

Costuma ocorrer em crianças menores, como no período de introdução alimentar (6 meses), e entre aquelas que têm irmãos com essa intolerância, que têm mais risco de desenvolver o problema. A frutose está presente em frutas, xaropes, mel, melaço e açúcar de coco. Está altamente presente em alimentos industrializados, como fórmulas infantis, iogurtes e biscoitos. Por isso, é imprescindível criar o hábito de ler o rótulo dos alimentos. Há uma tolerância individual de cada pessoa, mas assim é preciso descobrir quais frutas e tipos de adoçantes, como mel ou açúcar de coco, são o gatilho para os sintomas.

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Outro caso de pessoas que não podem consumir frutas são aquelas com alergia ao pólen, em que o corpo reconhece essa substância como nociva, levando a sintomas na área oral. O consumo do pólen pode levar a coceira na boca e na garganta, além de inchaço dos lábios e da língua. Esse tipo de alergia costuma aparecer em pré-adolescentes, adolescentes e adultos jovens, mesmo que tenham consumido frutas durante os anos anteriores. O pólen está presente em frutas como maçã, cereja, kiwi, pêssego, ameixa, pera, melão, laranja e banana. Nesse caso, é possível consumir as frutas cozidas ou assadas, já que o calor muda a estrutura do pólen e, assim, não há reação alérgica.

Nestes dois casos, o tratamento se baseia na eliminação de frutas da alimentação, por isso é preciso se atentar ao consumo de nutrientes presentes nesses alimentos, como vitaminas A e C, além de fibras. O consumo regular de verduras, legumes, castanhas, sementes e grãos integrais são essenciais para uma alimentação completa. Além disso, o acompanhamento de um médico ou nutricionista é fundamental para garantir uma nutrição equilibrada e saudável.

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Referências

American College of Allergy, Asthma and Immunology. Oral Allergy Syndrome. Disponível em: https://acaai.org/allergies/types/food-allergies/types-food-allergy/oral-allergy-syndrome

Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Alergia Alimentar - Perguntas e Respostas. Disponível em: http://www.asbai.org.br/secao.asp?s=81&id=1005

Baker P II, Ayres L, Gaughan S, et al. Hereditary Fructose Intolerance. 2015 Dec 17. In: Adam MP, Ardinger HH, Pagon RA, et al., editors. GeneReviews® [Internet]. Seattle (WA): University of Washington, Seattle; 1993-2018. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK333439/

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Healthy Eating Advisory Service. Food intolerance. Victoria State Government, Australia. Disponível em: https://heas.health.vic.gov.au/early-childhood-services/allergy-and-intolerance/food-intolerance

Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2014. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf