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Acupuntura em bebês e crianças melhora as cólicas e o sono

Técnica pode ser usada até em bebês recém-nascidos, mas tem diferenças da aplicada em adultos

Muitas pessoas não sabem, mas a acupuntura pode ser aplicada em bebês dias após o nascimento. A técnica é utilizada há mais de dois mil anos e é segura, desde que seja aplicado por um médico profissional. Ela ajuda em diferentes momentos do crescimento infantil, prevenindo, por exemplo, as temidas cólicas, além de melhorar o sono e no tratamento de diversas doenças, como asma, dores de cabeça e rinite.

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A técnica é baseada na Medicina Tradicional Chinesa que, em sua essência, é preventiva. Ou seja, há o claro pensamento que o mais importante é a prevenção das doenças e a manutenção da saúde e não o tratamento em si. Um famoso provérbio chinês, inclusive, resume bem esse modo de pensar, ao alegar que "esperar ter sede para cavar um poço pode ser tarde demais".

Mesmo assim, a infância segue sendo o único momento da vida em que a maioria das pessoas não se preocupa com a prevenção. E, depois dessa fase, uma parcela considerável da população costuma recorrer ao médico apenas quando já se está doente.

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Benefícios da acupuntura em bebês e crianças

De uma maneira geral, além do tratamento de doenças nas crianças, a acupuntura pode atuar na prevenção delas e também ser uma alternativa no uso de medicamentos como analgésicos e anti-inflamatórios.

A técnica consiste no uso de agulhas em pontos específicos do corpo, a fim de estimular a liberação de substâncias químicas na região. A proposta é recuperar os fluxos energéticos do organismo.

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Além de doenças, há situações muito comuns à faixa etária pediátrica (de 0 a 12 anos) que podem ser tratadas, como a agitação em excesso, problema no ritmo de aprendizado e alimentação desregulada. A medicina chinesa entende que há uma agitação interna no corpo, que pode ser regulada por meio da acupuntura pela ativação de pontos.

Quanto às cólicas, mais comuns entre 0 e 3 anos, podem ser causadas por disfunções no baço pâncreas, associadas ao sentimento de preocupação, já que os pacientes infantis estão muito suscetíveis ao ambiente emocional familiar. Diante disso, em 90% dos casos a mãe da criança também é tratada.

Quem pode fazer acupuntura em crianças?

Porém, antes de sair por aí em busca desses excelentes benefícios, há a necessidade que os pais ou responsáveis encontrem um profissional médico acupunturista e que tenha, obrigatoriamente, experiência em pediatria.

Isso porque, além de plenamente preparado para fazer o diagnóstico correto, esse profissional será o responsável por acompanhar a completa evolução da criança. Por isso, é imprescindível que ele tenha uma vivência em relação ao comportamento de recém-nascidos e bebês, já que há uma série de peculiaridades. Entre elas, estão o medo que as crianças possuem da agulha, o fato de estarem adoecidas e precisarem de diagnóstico médico e a anatomia e constituição emocional diferente do adulto.

Por exemplo, de nenhuma forma é indicado inserir agulhas nas fontanelas (moleiras) dos recém-nascidos e em áreas do tórax, pelo risco de iatrogenia (pneumotórax). Sendo assim, para que o método seja feito sem nenhuma preocupação ou risco, o médico deve ser amplamente capacitado, tendo condições de passar um diagnóstico correto da criança e a melhor terapêutica para aquela condição.

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Como a acupuntura em bebês e crianças é feita

Embora a finalidade do tratamento seja basicamente a mesma realizada em um adulto, a Acupuntura para bebês e crianças tem suas distinções. Na prática, segue o protocolo de qualquer consulta pediátrica, com pesagem da criança, medição de crescimento e avaliação de eventuais exames.

Além disso, o profissional analisa duas regiões que revelam o estado de saúde, com base no critério da medicina oriental: a língua e a pulsação.

Ao iniciar o tratamento, a técnica respeita o limite que cada faixa etária consegue permanecer com as agulhas. Em geral, adultos permanecem entre 40 e 50 minutos. Adolescentes, um pouco menos, cerca de 30 minutos. Crianças de entre 4 a 8 anos, no máximo, de 15 a 20 minutos. Já bebês e crianças menores de três anos, não ultrapassa 10 minutos. É respeitada, porém, a tolerância de cada um, considerando questões como a personalidade, a doença em si ou o que se pretende prevenir. Conforme o vínculo entre o médico e a criança é criado e ela se acostuma, o tempo aumenta.

Outra diferença entre adultos e crianças se refere ao tamanho da agulha, que deve também ser adequado ao tamanho. A frequência no número de sessões e número de agulhas é outro aspecto importante, dependendo muito do estado de saúde e a doença de cada criança, além da gravidade e da cronicidade.

Em geral, na primeira consulta é colocado um número menor de pontos e a criança é consultada sobre a próxima sessão, sendo combinado o número de agulhas e o que será feito. Em geral, na 3ª sessão o benefício já é notado.

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Normalmente, o retorno é semanal, porém, dependendo da doença e do estado da criança, são solicitados retornos mais curtos, como a cada dois dias, por exemplo. Essa medida ajuda a monitorar a regressão da doença.

Ainda pouco difundido no país, a Acupuntura infantil tem uma das suas principais bases o Hospital São Paulo, que abriga, há duas décadas, um serviço especializado em acupuntura para bebês, crianças e adolescente. Inclusive, há estudos já realizados com a técnica em recém-nascidos que se encontram na UTI neonatal. Nesse cenário, o efeito do método é comprovado na prevenção, por exemplo, de hipoglicemia e infecção em recém-nascido de alto risco.

Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a Acupuntura é uma especialidade médica, com várias evidências clínicas e científicas que comprovam sua eficácia, mas, por se tratar de tratamento invasivo, apesar de seguro, deve ser feito por um médico especializado.

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