9 dicas para aumentar a imunidade de seu filho

Alguns hábitos fazem a diferença para que a criança não fique doente com tanta frequência

"Meu filho vive doentinho", "Queria um tratamento para aumentar a imunidade de meu filho", "Eu levo meu filho sempre ao Pronto Socorro"...

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O que será que acontece?

Existem crianças que ficam doentes com muita frequência. Como um médico descobre que a imunidade está baixa e o que os pais podem fazer para que ela aumente?

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A imunodeficiência primária nasce desta forma. Uma alteração grave, produz quadros complexos. Para que o pediatra desconfie deste diagnóstico, existem alguns sinais:

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A imunidade da criança, sua resistência a doenças, é construída de forma contínua e cuidadosa. Para as mães, o pré-natal deve ser feito com todas as vacinas, vitaminas e alimentação correta. Devemos lembrar que durante a gestação e amamentação, o bebê recebe pela placenta e após pelo leite materno os mesmos nutrientes que a mãe ingere. Então, mães com alimentação adequada transmitem para o bebê boa informação nutricional. Além disso o leite materno fornece hormônios e anticorpos.

A amamentação deve ocorrer desde a sala de parto e em livre demanda, exclusivamente até o sexto mês. Após o sexto mês, a introdução alimentar deve ser correta e saudável, sem alimentos artificiais. Digo a meus pacientes que o que não é necessário para o bom desenvolvimento não precisa ser oferecido na dieta dos bebês. Sal após o primeiro ano, açúcar somente após os dois anos. Então é só isso? Não. É tudo isso. Convencer os cuidadores que a simplicidade nos cuidados resulta em crianças sadias é tarefa constante.

Outro fato que pode diminuir a resposta imune é o excesso de medicação em pronto-socorros (PS). Recomenda-se levar as crianças ao PS em situações realmente sérias. Nem sempre mais é melhor. O trabalho de um pronto socorro deveria ser o atendimento de doenças que podem comprometer a vida. Pesquisas mostram que durante pico febril as crianças produzem anticorpos. Febre não é doença, é defesa.

Durante o nascimento, o bebê é "contaminado" pelo canal de parto e após pelo meio ambiente em que vive. Então seu intestino é colonizado por bactérias, uma microflora que já conta com quase duas mil espécies. Elas são responsáveis por mandar para o cérebro informações de quais nutrientes o corpo está necessitando. Com o uso desnecessário de antibióticos e outras medicações, esse mecanismo de troca entre intestino e cérebro é destruído temporariamente e deve ser refeito, o que resulta em uma flora intestinal diferente.

Quando a criança é invadida por vírus ou bactéria, o sistema imunitário reage produzindo substâncias que lutam contra elementos estranhos. Essa reação do corpo produz sinais e sintomas: febre, episódios de diarreia, apatia (que faz com que a criança queira ficar quieta), calafrio, choro. Nesse momento, é importante acolher a criança, dar banho, oferecer líquidos, leite materno a vontade, observar seu filho, medicar nas temperaturas mais altas e aguardar a evolução.

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O departamento de imunologia pediátrica esclarece que ao entrar na escolinha a criança pode desenvolver 10 episódios gripais ao ano.

Dicas para que as crianças fiquem menos doentes: